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Quem é Capitão Assis

Capitão Assis é capitão do Corpo de Bombeiros Militar e candidato a deputado federal pelo Espírito Santo, número 1012, pelo Republicanos. Nas eleições anteriores concorreu como Tenente Assis. É a mesma pessoa, com a patente atualizada. Na segurança pública ele discute mecanismo: o que faz a punição acontecer e o que faz o crime deixar de compensar.

Corpo de Bombeiros Militar Espírito Santo Republicanos · 10
Capitão Assis, capitão do Corpo de Bombeiros Militar e candidato a deputado federal pelo Espírito Santo
Eleições anteriores
Tenente Assis
Agora, promovido
Capitão Assis

A promoção mudou a patente e o nome de urna. Não mudou a pessoa nem a pauta. Quem votou no Tenente Assis agora vota em Capitão Assis, 1012.

A origem da pauta

Ele fala de dentro da farda

Assis é militar de carreira no Corpo de Bombeiros Militar. A pauta de segurança pública não chegou a ele por conveniência eleitoral. Chegou por turno, por ocorrência e por colega de farda. É essa vivência que sustenta o diagnóstico, e que o separa de quem discute criminalidade pela manchete.

Da corporação vêm as duas frentes do mandato que ele propõe. A primeira olha para fora: a lei penal, o processo, a facção, a vítima. A segunda olha para dentro: a saúde física e mental de quem trabalha em escala de 24 horas, com adrenalina constante, e cuja expectativa de vida média é de 55 anos.

Ele foi conhecido pelo eleitorado capixaba como Tenente Assis. A promoção a Capitão é reconhecimento de carreira e, ao mesmo tempo, um problema prático de campanha: parte de quem quer votar nele ainda procura pelo nome antigo. Por isso a ponte entre os dois nomes aparece em toda comunicação, inclusive no endereço deste site.

Como ele pensa segurança pública

Crime é decisão econômica. E decisão econômica se muda pelo risco.

O diagnóstico parte da teoria econômica do crime, de Gary Becker: o criminoso pesa ganho contra risco antes de agir. No Brasil, a conta fecha a favor dele. A chance de sucesso na ação criminosa é de 95%, e sobe para 98% ao longo do processo penal. Enquanto essa conta não mudar, nenhuma pena escrita no papel muda o comportamento de quem está na rua.

01

Lucro contra risco

Progressão de regime, saidinha e benefício legal derrubam o custo do crime. Quando o risco cai, a atividade criminosa fica racional. E cresce.

02

Certeza, não só severidade

Singapura, Japão e Coreia do Sul não têm baixa criminalidade só por pena dura. Têm porque a punição é praticamente inevitável.

03

A vítima sai do foco

O processo penal brasileiro protege prazos e recursos do réu. Quem carrega a sentença perpétua é a vítima e sua família.

Bandido bom não é bandido morto. O que reduz a criminalidade é a certeza da pena.

Capitão Assis

O que ele defende

Cinco frentes, uma lógica só

01

LIPE, de leis implacáveis e penas exemplares

Cumprimento de pena ponta a ponta: quem é condenado a 30 anos cumpre 30 anos. Fim dos benefícios que anulam o efeito dissuasório da condenação e revisão dos institutos que hoje encurtam a pena na prática.

02

Nova Assembleia Constituinte

Avalia que cláusulas pétreas de 1988 e decisões do STF, como a de 2006, que derrubou a proibição de progressão em crimes hediondos, retiraram do Congresso a capacidade de legislar sobre pena. Uma Constituinte seria o caminho jurídico para reabrir esse debate, incluindo instrumentos hoje inconstitucionais.

03

Maioridade penal aos 16 anos

O argumento é de coerência: aos 16 o jovem pode votar e escolher os rumos do país, mas não responde penalmente de forma plena pelo que faz. Uma das duas coisas está errada.

04

Facções: sufocar o caixa

Aplicação integral da Lei Antifacção (Lei 15.358) sobre os colaboradores civis, os "fiéis" que erguem barricada e queimam ônibus, mais foco em recuperação de ativos e bloqueio de bens. Prender soldado não desmonta estrutura; tirar o dinheiro desmonta.

05

Saúde de quem protege

100% das emendas parlamentares, cerca de R$ 40 milhões por ano, para o Hospital da Polícia Militar; telemedicina com atendimento psicológico e psiquiátrico imediato após ocorrência crítica; e defesa jurídica garantida pelo Estado ao policial em serviço.

Cada frente detalhada, proposta por proposta

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o nome e a candidatura

Por que o nome mudou de Tenente para Capitão Assis?

Porque ele foi promovido de Tenente a Capitão no Corpo de Bombeiros Militar, e o nome de urna acompanha a patente atual. É a mesma pessoa que disputou as eleições anteriores como Tenente Assis. Na urna, agora, o número é 1012.

De qual corporação ele é?

Do Corpo de Bombeiros Militar, onde é capitão de carreira.

Qual é a principal tese dele?

Que a impunidade é o principal motor da criminalidade. Com base na teoria econômica do crime, de Gary Becker, sustenta que o criminoso age por cálculo entre ganho e risco. A resposta, para ele, não está só na pena maior: está na certeza de que a pena será aplicada e cumprida.

Por qual estado e partido ele é candidato?

Candidato a deputado federal pelo Espírito Santo, pelo Republicanos, com o número 1012.

Mesma pessoa. Nova patente. Mesma missão.

O Tenente Assis agora é Capitão Assis. Deputado federal pelo Espírito Santo.

1012
Capitão Assis