A promoção mudou a patente e o nome de urna. Não mudou a pessoa nem a pauta. Quem votou no Tenente Assis agora vota em Capitão Assis, 1012.
A origem da pauta
Ele fala de dentro da farda
Assis é militar de carreira no Corpo de Bombeiros Militar. A pauta de segurança pública não chegou a ele por conveniência eleitoral. Chegou por turno, por ocorrência e por colega de farda. É essa vivência que sustenta o diagnóstico, e que o separa de quem discute criminalidade pela manchete.
Da corporação vêm as duas frentes do mandato que ele propõe. A primeira olha para fora: a lei penal, o processo, a facção, a vítima. A segunda olha para dentro: a saúde física e mental de quem trabalha em escala de 24 horas, com adrenalina constante, e cuja expectativa de vida média é de 55 anos.
Ele foi conhecido pelo eleitorado capixaba como Tenente Assis. A promoção a Capitão é reconhecimento de carreira e, ao mesmo tempo, um problema prático de campanha: parte de quem quer votar nele ainda procura pelo nome antigo. Por isso a ponte entre os dois nomes aparece em toda comunicação, inclusive no endereço deste site.
Como ele pensa segurança pública
Crime é decisão econômica. E decisão econômica se muda pelo risco.
O diagnóstico parte da teoria econômica do crime, de Gary Becker: o criminoso pesa ganho contra risco antes de agir. No Brasil, a conta fecha a favor dele. A chance de sucesso na ação criminosa é de 95%, e sobe para 98% ao longo do processo penal. Enquanto essa conta não mudar, nenhuma pena escrita no papel muda o comportamento de quem está na rua.
Bandido bom não é bandido morto. O que reduz a criminalidade é a certeza da pena.
Capitão Assis
O que ele defende
Cinco frentes, uma lógica só
Perguntas frequentes